O ministro da Fazenda, Ernane Galvêas, informou que o novo acerto com o FMI prevê um crescimento de 2% no Produto Interno Bruto brasileiro. Ele informou também que o governo se comprometeu a cumprir uma programação orçamentária que prevê uma folga de Cr$2 trilhões, a serem repassados para o orçamento monetário, "abrindo um espaço para expansão do setor privado". Esta abertura para o setor privado se dará, segundo Galvêas, através do aumento das transferências do orçamento fiscal para o orçamento monetário, de Cr$5,8 trilhões previstos anteriormente para Cr$7 trilhões; e de uma maior austeridade nos gastos do setor público federal (FSP).