O governo da Guatemala anunciou a assinatura de um contrato com a PETROBRÁS, para explorar uma região petrolífera em Petén, norte do país. Além da PETROBRÁS, também a Texaco Exploration, a Hispânica de Petróleos da Espanha e a Texaco Canadá Resources firmaram o contrato. As companhias assumem o risco exploratório no que se refere ao investimento e, caso a exploração não tenha êxito, poderão renunciar ao contrato ao terminar o prazo autorizado. E caso haja descoberta de petróleo em níveis comerciais, o Estado receberá a partir do início da vida produtiva do campo petrolífero, uma participação de 25% se for de 30 graus API. Se a graduação for mais ou menos do que 30 graus API, para cada grau que subir ou baixar, ficará com 1% de participação. O contrato assinala que as empresas e o governo compartilharão de todo o petróleo restante depois de serem pagos os direitos, a fim de serem recuperados todos os investimentos de pesquisa e desenvolvimento do campo. Quando os investimentos forem amortizados, o Estado e as companhias, após deduzirem as participações e os custos de operação, dividirão o petróleo com base numa escala contratual (GM).