Cerca de 2000 mil operários das empresas do Complexo Petroquímico de Camaçari (Pronor, Polialdem, Nitrocarbono e Melamina), na Bahia, decidiram permanecer em greve (3o. dia). As empresas aprovaram que os reajustes salariais fossem feitos com base em 100% do INPC e adiantamentos trimestrais, mas insistiram em manter a base de cálculos no mês de março, não no salário atual (O ESP).