Segundo as informações, a fiscalização é a prioridade número um dos que estão tomando as primeiras providências para tornar fato concreto a Estação Ecológica de Juréia-Itatins, em São Paulo, criada por decreto estadual no último dia 19. Trata-se de uma área de 82 mil hectares, situada a 210 km da capital paulista, que os ecologistas estão lutando para preservar, por se constituir num dos últimos trechos da mata atlântica ainda intocado. Dos 82 mil hectares que formam a estação ecológica, apenas cerca de 20 mil hectares são de áreas devolutas. Com isso, o Estado terá de desapropriar 62 mil hectares. Por se tratar de área de serra (menos valorizada), calcula-se que as desapropriações ficarão em mais de Cr$100 bilhões (O Globo).