A dívida pública-- que financia despesas do governo com subsídios à agricultura, exportação, conta-açúcar, conta-trigo e preços mínimos, entre outros gastos que atualmente constam no orçamento monetário-- passará a integrar o orçamento fiscal e terá que ser submetida à aprovação do Congresso Nacional. Este é um dos aspectos das diretrizes que o Conselho Monetário Nacional aprovará para a implementação de um reforma bancária ainda este ano. O CMN definirá apenas as linhas a serem seguidas nessa reforma, que consiste na separação dos balanços do Banco Central e Banco do Brasil e redefinição das funções de cada um. O detalhamento e a determinação das formas para colocá-la em prática serão atribuídos a grupos de estudos integrados pelo Ministério da Fazenda, SEPLAN, Banco Central e Banco do Brasil (FSP).