Cooperativas agrícolas do Paraná e firmas atacadistas, com a ajuda de dirigentes locais da empresa estatal CIBRAZEM, lesaram o governo federal em mais de Cr$100 bilhões, no chamado "escândalo do feijão", que está sendo investigado pelas autoridades paranaenses. No inquérito, já foi apurado que os envolvidos na fraude arrematavam feijão velho leiloado pela Companhia de Financiamento de Produção nas Bolsas de Cereais, por Cr$2200 a saca, e depois, com a utilização de notas "frias", voltavam a vender o produto à própria CFP, ao preço de Cr$6600 a saca, com lucro de mais de 200% às custas do governo. As investigações foram iniciadas devido a pressões de sindicatos de trabalhadores rurais do Paraná (FSP).