Willian Rhodes, do Citibank, presidente do Comitê de Assessoramento da Dívida Brasileira, disse que os bancos dos EUA estão dispostos a diminuir o "spread" (taxa de risco) em seus empréstimos ao Brasil, mas querem manter as taxas de juros vinculadas à "prime-rate" norte-americana (taxa para clientes preferenciais) ou à "Libor" (taxa do mercado interbancário de Londres) (FSP).