Cerca de 13 mil empregados da Companhia Siderúrgica Paulista (COSIPA) elegem hoje uma comissão de saúde formada por 10 deles para forçar a direção da empresa a cumprir o acordo que fez no início de julho para o afastamento dos 84 funcionários contaminados com benzeno e a eliminação das fontes de vazamento do produto tóxico. Segundo Uriel Villas-Boas, secretário do Sindicato dos Metalúrgicos de Santos, a empresa rompeu o acordo e determinou que operários intoxicados com benzeno continuassem trabalhando em outras áreas da siderúrgica, exceto a coqueria, onde ocorreu o vazamento (FSP).