O ministro do Trabalho, Murilo Macedo, reconheceu, ontem, a ilegalidade da greve dos médicos do Maranhão, que começou no dia 4 último. Apesar da decisão do ministro, os médicos continuam parados, e dizem que só terminam a greve quando suas reivindicações forem atendidas. Além dos 600 médicos do Estado, o movimento já envolve cerca de 3 mil profissionais ligados à área de saúde, paralisando toda a rede hospitalar do Estado e do Município de São Luís (FSP).