O presidente da União de Bancos Suíços (maior credor brasileiro na Suíça), Robert Holzack, fez duas propostas ao ministro da Fazenda, Ernane Galvêas, para o "round" deste ano da negociação da dívida externa do Brasil: a conversão dos débitos em doláres para francos suíços, com taxas de juros fixas por oito ou nove anos (hoje cotadas em 7% ao ano, enquanto a "prime-rate" norte-americana está em 13% ao ano); e transformação de parte da dívida (capital) em títulos públicos a serem negociados no mercado suíço (FSP).