Os comandos de greve dos professores e servidores de autarquias e fundações de ensino superior não aceitaram a proposta sugerida pela ministra da Educação, Esther Figueiredo Ferraz, e pelo ministro Delfim Neto (Planejamento), para retornarem as suas atividades, enquanto eles encaminhariam ao presidente Figueiredo o projeto de lei propondo equiparação salarial entre professores e servidores, mas com alterações propostas pelos reitores (O ESP).