A ministra da Educação, Esther de Figueiredo Ferraz, só encaminhará à Presidência da República as alterações ao projeto de lei de equiparação salarial entre as fundações e autarquias se os professores e servidores das universidades federais, parados há dois meses, retornarem às suas atividades. Esse é um dos ítens principais do ofício encaminhado pela ministra ao Conselho dos Reitores das Universidades Brasileiras (CRUB), em resposta às sugestões de alteração do projeto por eles apresentadas. Apenas três pontos da proposta dos reitores foram aceitos pela ministra: alterar, no caso dos docentes, de três para dois anos o prazo para o alcance do equilíbrio salarial; reduzir, de dois para um ano, o prazo para início do processo de progressivo equilíbrio salarial previsto para os servidores técnico-administrativos; e fixar, no caso dos servidores, um prazo de até três anos para o alcance do referido equilíbrio (FSP).