O Ministério do Planejamento negou a existência de qualquer estudo dentro do governo visando à reformulação ou eventual extinção do Decreto-Lei 2065, que regula os reajustes salariais no país. De acordo com o Jornal do Brasil, um assessor do ministro Delfim Neto disse que o FMI não aceitaria alterar a rigidez salarial porque a inflação brasileira ainda não "foi domada" (JB).