De acordo com o Banco Central, as metas de política monetária acertadas pelo governo brasileiro com o FMI apresentaram um substancial "estouro" ao final do primeiro semestre. A expansão da base monetáaria (emissão primária da moeda), que deveria ter ficado contida em 13,5% nos seis primeiros meses do ano, chegou em junho a 32,3%. Segundo o BC, em termos absolutos, houve uma diferença de Cr$790 bilhões (GM).