Para evitar um estouro ainda maior nas metas de expansão da base monetária (emissão primária de moeda) estabelecidas para este semestre no acordo com o FMI, o Banco Central elevou as taxas de financiamento das carteiras de títulos federais de 5,5% para 8,5%. Esta decisão cria risco de "quebra" para várias instituições. Um dos indicadores para esta pressão no mercado, é a emissão do papel-moeda, que pulou de Cr$70 bilhões no período janeiro/maio de 1983 para Cr$620 bilhões em igual período deste ano (FSP).