O secretário de planejamento da SEPLAN, José Augusto Arantes Savazine, revelou que o aumento de 0,5% na "prime-rate" (taxa de juros preferencial norte-americana) "somente trará reflexos para o Brasil no decorrer de 1985, quando então será necessário desembolsar US$400 milhões adicionais na conta de juros. De acordo com o Jornal do Brasil, alto funcionário do Banco Central disse que desde janeiro passado até dezembro próximo, o impacto efetivo dos aumentos da taxa de juros preferencial dos EUA na economia brasileira será de US$300 milhões. Segundo esta mesma fonte, os juros brutos a serem pagos pelo Brasil este ano foram estimados inicialmente em US$10,6 bilhões e se elevarão no máximo para US$10,8 bilhões ou, na pior das hipóteses, para US$10,9 bilhões (JB).