O ministro da Fazenda, Ernane Galvêas, disse que o governo brasileiro informou aos bancos credores e ao FMI que "realisticamente se pode esperar um superávit comercial de US$10,5 bilhões neste ano, US$1,4 bilhão além do previsto". E que esse superávit adicional "compensa a provável subestimativa na conta de juros-- US$10,6 bilhões-- causadas pela elevação das taxas de juros internacionais" (O ESP).