Os coordenadores da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da Coordenação Nacional da Classe Trabalhadora (CONCLAT), Jair Maneghelli e Joaquim dos Santos Andrade, se recusaram a comentar a tese do lançamento de uma candidatura única das oposições e defenderam a retomada da mobilização popular em torno das eleições diretas para presidente da República, tendo como ponto principal a organização de uma greve geral (FSP).