Os líderes do governo na Câmara e no Senado , Nelson Marchezan e Aloysio Chaves, colocaram ontem seus cargos à disposição do presidente Figueiredo, argumentando que pretendiam deixá-lo "à vontade para promover alterações na estratégia de relacionamento com os membros do PDS no Congresso, diante da crise gerada com a renúncia do presidente José Sarney". Mas os dois voltaram atrás ontem mesmo, "considerando um apelo de Figueiredo de que precisava deles e que continuavam a merecer toda a sua confiança" (O ESP).