SEGUNDO HUSSEIN SADR, FUNCIONÁRIO DO MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA E

Segundo Hussein Sadr, funcionário do Ministério da Indústria e Comércio do Irã, seu país comprou "secretamente e já está usando contra o Iraque, na guerra do Golfo Pérsico, armamento militar fabricado no Brasil". Além disso, as forças de Teerã receberam como ajuda militar da Líbia, um dos principais clientes da indústria bélica nacional, carros de combate "Cascavel-EE 9", da ENGESA, com canhão. "As encomendas sigilosas não são feitas diretamente aos fornecedores brasileiros, mas sim através de empresas especializadas, principalmente de Portugal e da Espanha. Essas agências compram o material desejado pelos iranianos para revendê-lo depois". Um dos negócios de maior volume foi concluído há poucas semanas, quando foram embarcadas para Madri, por intermédio da Exportadora Jabour, 250 mil granadas de mão produzidas pela EXPLO (Companhia de Explosivos do Vale do Paraíba), para depois seguirem para o Irã (O ESP).