Os líderes dos sete países mais industrializados (EUA, Canadá, Itália, Inglaterra, França, Alemanha e Japão), reunidos na conferência de cúpula em Londres, rejeitaram qualquer possibilidade de alteração dos atuais instrumentos de renegociação das dívidas. Também deixaram claro que não pretendem iniciar um diálogo político sobre a crise de liquidez, tal como propôs a carta dos sete maiores devedores latino-americanos. A primeira- ministra britânica, Margareth Thatcher, sugeriu que os países endividados dêem melhores condições de investimento ao capital estrangeiro e que tomem "medidas de ajustamento, que são inevitáveis e dolorosas" (FSP).