O ex-presidente do Banco Nacional de Habitação, Rubens Vaz da Costa, responsabilizou o ministro da Fazenda, Ernane Galvêas, por ter dado, na qualidade de presidente do Banco Central, em 1972, "aval moral" para que o empresário Ronald Levinsohn tivesse o apoio do BNH para adquirir a Delfin, na ocasião em situação de iliquidez. O envolvimento do atual ministro da Fazenda emergiu ao longo do depoimento de Rubens Vaz da Costa. Segundo ele, antes de finalizar a operação, recebera o "aval" do Banco Central para finalizá-la, embora tivesse transmitido ao BC informações da Comissão Geral de Investigações (CGI), que levantava problemas de corrupção, após o golpe de 64: "Ronald Levinsohn estaria incurso em diversos artigos do Código Penal por contrabando de automóveis e falsificação de assinaturas em operações financeiras (JB) (FSP).