Segundo os técnicos de instrumentação da PETROBRÁS, encarregados de medir a pressão no interior dos oleodutos da empresa, afirmaram que são precárias as condições de operação nos terminais e nos 1200 km de tubulações do sistema em São Paulo, principalmente na Baixada Santista. De acordo com eles, uma inspeção séria nas instalações da empresa concluiria pela interrupção imediata de seu funcionamento, por falta de condições mínimas de operação. Os técnicos explicam que, nos terminais, quase todas as válvulas estão com defeito e as tubulações em condições muito precárias, sendo "hoje capazes de suportar apenas 3/4 de sua capacidade. Apesar disso, por determinação das chefias, os oleodutos trabalham com carga total, o que provoca os seguidos vazamentos que têm ocorrido em São Paulo. A ordem é produzir" (FSP).