A Comissão Pastoral da Terra da Arquidiocese de Porto Velho (RO) denunciou que cerca de 180 famílias de posseiros que saíram de Rondônia, entre junho a julho de 1983, para ocupar uma área na região do Novo Aripuanã, no Amazonas, a convite do Instituto de Terras e Colonização do Amazonas, estão vivendo em regime de semi-escravidão. A denúncia foi confirmada por cinco famílias de posseiros que conseguiram deixar a região e chegaram, ontem, a Porto Velho (JB).