A Congregação da Escola Paulista de Medicina e a Sociedade Paulista para o Desenvolvimento da Medicina, mantenedora do Hospital São Paulo, que funciona ligado à faculdade, resolveram fechar totalmente o hospital, aderindo, juntamente com os estudantes, funcionários e médicos residentes, à greve geral que já atinge as universidades federais autárquicas de 14 Estados. A paralisação será mantida por tempo indeterminado e encampa as reivindicações nacionais por melhores salários aos funcionários e docentes, e melhores condições de ensino (FSP).