O empresário Assis Paim Cunha classificou de represália a atitude do governo federal de abrir dois processos contra ele: um criminal- administrativo e outro por calúnia e difamação. Segundo o ex-presidente do Grupo Coroa/Brastel, os processos têm origem "em sua recusa de assinar uma carta em que, em troca do equacionamento dos problemas de seu grupo, inocentaria algumas autoridades do governo federal de envolvimento no escândalo" (O ESP).