A Companhia de Financiamento da Produção (CFP) informou que o país colherá, como já estava previsto, 51 milhões de toneladas de grãos, que , segundo o CFP, não poderá garantir com tranquilidade o abastecimento interno, uma vez que os estoques governamentais dos principais produtos estão completamente zerados. Alguns técnicos do governo já têm como certo de que o país terá que importar produtos como o arroz e o feijão em meados de agosto e setembro. Também a importação do milho é cogitada (O Indicador Rural).