O PRESIDENTE DA COMPANHIA NACIONAL DE DEFESA E PELO DESENVOLVIMEN

O presidente da Companhia Nacional de Defesa e pelo Desenvolvimento da Amazônia (CNDDA), Orlando Valverde, denunciou que o desfolhante "agente- laranja" foi usado na região oeste do Acre, em 1976, no trecho entre Cruzeiro e Tarauaca, ao longo da Transamazônica, com o objetivo de expulsar índios, posseiros e seringueiros de áreas posteriormente ocupadas por grandes empresas. Segundo ele, a utilização do "agente- laranja" na região coincidiu com o final da guerra do Vietnan e, por isso, acredita que o produto tenha vindo dos EUA. Denunciou, também, a presença de empresas multinacionais que exploram madeira na Amazônia, citando, entre elas, a Georgia Pacific, dos Estados Unidos, Toyomenka (japonesa), e Brumasa (subsidiária da indústria de móveis Bruynzeel, da Holanda), que exportam toras e não artefatos de madeira (FSP).