Sob argumento de que houve prejuízo para a massa em liquidação da Delfin com a "manutenção, em regime de ociosidade, de inúmeros empregados sem função, por força da paralisação de atividades", os antigos acionistas do Grupo Delfin, tendo à frente Roger e seu irmão Ronald Guimarães Levinsohn entraram na Justiça para exigir que os liquidantes respondam pessoalmente pelo ressarcimento dos pagamentos feitos, de Cr$7,53 bilhões, corrigidos, só em São Paulo (FSP).