O Banco Central anuncia, para maio e junho, arrocho monetário e creditício, para fazer com que a expansão da base monetária (emissão primária de moeda) acumulada nos quatro primeiros meses do ano, de 19,9% caia para 13,5% no fechamento deste semestre, conforme o teto imposto pelo FMI. Após o crescimento de 17,4% somente em abril, o saldo da base monetária precisará cair 3% este mês e 2% no próximo, o que determinará arrocho nas aplicações do Banco do Brasil e nas operações com recursos do Banco Central. Fonte do Banco Central admitiu que a expansão do quadrimestre de 19,9%, contra o teto do FMI de 5%, pode inviabilizar o orçamento monetário e obrigar o país a negociar novo pedido de "waiver" ou até nova carta de intenções com o Fundo (O ESP).