O Tesouro Nacional acumulou superávit de caixa efetivo de Cr$1,9 trilhão e permitiu que, no primeiro trimestre, a expansão da base monetária (emissão primária da moeda) ficasse contida em 2,1%, 0,1% acima da meta de 2% estabelecida pelo FMI, informou o Banco Central. Ao longo dos três primeiros meses do ano, o Banco do Brasil injetou apenas Cr$40,9 bilhões de recursos novos na economia, mas adiantou Cr$552,6 bilhões para a cobertura de responsabilidade da União, sobretudo de déficits da Previdência Social. Em termos reais, a oferta da moeda sofreu corte de 23,8% no primeiro trimestre (O ESP).