A USIMINAS encerrou o exercício de 1983 com um prejuízo líquido de Cr$84 bilhões em seu balanço, resultado que superou em 159% nominais as perdas do ano anterior (um negativo de Cr$32,4 bilhões). De acordo com as explicações da direção da estatal, o prejuízo foi provocado principalmente pelos pesados reflexos da conta de efeitos inflacionários que, no último período, reduziram em Cr$122,4 bilhões os resultados conseguidos pela siderúrgica mineira. De fato, antes do lançamento dos efeitos inflacionários e mesmo contabilizadas as despesas financeiras de Cr$117,8 bilhões (um acréscimo nominal de 125% sobre 1982), a USIMINAS apurou um lucro operacional de Cr$38,5 bilhões. Ou seja, conseguiu fugir ao "vermelho" de Cr$1,7 bilhão do ano anterior (GM).