Eleições diretas em dois turnos para a escolha do sucessor de seu sucessor e vagas promessas de uma "revisão constitucional". Foi tudo o que o presidente da República, general João Batista de Figueiredo, ofereceu ontem ao país, ao falar por uma cadeia de rádio e televisão, no vigésimo aniversário do movimento de 1964. Figueiredo defendeu a escolha indireta do seu sucessor, classificando a eleição direta já de inoportuna e, a campanha pelas diretas, de "argumentos ilusórios e oportunistas" (O ESP).