O presidente Figueiredo revogou ontem o corte de 12% previsto para as despesas do orçamento fiscal deste ano, tendo em conta o excesso de arrecadação verificado até agora, em relação às previsões iniciais. Essa diferença para mais na receita tributária, no valor de Cr$10 milhões aparece quando se compara a cifra original constante do orçamento aprovado em fins de 1983, de Cr$21,6 trilhões, e a estimativa mais recente, de Cr$31,8 trilhões (FSP).