A dívida da Central de Medicamentos (CEME) junto aos laboratórios químico-farmacêuticos, tanto da rede oficial quanto da indústria privada, chega hoje a Cr$9,9 bilhões. Grande parte destes atrasados, referentes a encomendas feitas pela Central e que não foram pagas, deve-se à retenção que o governo federal vem impondo desde janeiro às liberações de recurso do FINSOCIAL e que atingiu a CEME em Cr$6,9 bilhões (GM).