Os auditores da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro já conseguiram apurar um "rombo" de Cr$10 bilhões na corretora Almeida e Silva, em liquidação extrajudicial pelo Banco Central. Este dinheiro é relativo a operações não contabilizadas pela corretora, cujo principal acionista, Raymundo Pacheco de Brito, recebeu recursos de seis investidores para aplicações no mercado aberto e que não foram efetuadas (FSP).