O ministro do planejamento Delfim Neto e o presidente do Banco Central, Afonso Celso Pastore, afirmaram, que a necessidade de o governo reduzir em 1,9% o saldo da base monetária (emissão primária da moeda) em março, para cumprir as metas de expansão trimestral da moeda acertadas com o FMI, não implicará mais arrocho na política monetária. Pastore garantiu que, este mês, o Banco do Brasil poderá injetar até Cr$105 bihões de recursos novos na economia, ao contrário de janeiro e fevereiro, quando os cortes acumulados nas aplicações do banco somaram Cr$187,2 bilhões (O ESP).