O ex-presidente do Grupo Executivo para a Região do Baixo Amazonas (GEBAM), almirante da reserva, Roberto Gama e Silva, denunciou três grupos estrangeiros, dois deles associados a empresas nacionais, que realizam trabalhos de pesquisa mineral em áreas de fronteira e terras indígenas, à margem da legislação em vigor (o chamado "Código de Minas"). Ele apontou a empresa canadense Brascan, associada à inglesa British Petroleum Mineração; a BP Mineração ("joint-venture" com os grupos brasileiros Monteiro Aranha e Roberto Marinho); e a sul-africana Anglo American, em sociedade com o grupo Bozzano Simonsen. Segundo Gama e Silva, com exceção da Brascan, todas atuam de fato na fronteira, mas desmentem agir em reservas indígenas (JB).