Para punir os presos rebeldes, diretores de presídios do Rio de Janeiro insistem em interná-los no hospital psiquiátrico, embora eles não estejam doentes. A acusação foi feita pelo psiquiatra Cauby Araújo, exonerado ontem do cargo de coordemador de saúde do Departamento do Sistema Penitenciário e substituído por outro psiquiatra, João Bosco Mandonça de Carvalho. Cauby acusou o DESIPE de não cuidar bem da saúde dos 10 mil presos do Estado e assegurou que falta tudo na coordenação: remédios, material cirúrgico e pessoal (JB).