O Banco Central cobriu com Cr$50 milhões um cheque sem fundo no valor de Cr$100 milhões, em favor da Corretora Laureano em fevereiro de 1981, depois de uma conversa reservada entre o empresário Assis Paim Cunha, o ministro do planejamento, Delfim Neto, e o secretário-geral da SEPLAN, José Flávio Pécora, tendo aí se iniciado a transação do governo com a Coroa/Brastel. Esse relato foi feito, ontem, ao presidente do Tribunal de Contas da União, ministro Mário Pacini, pelo deputado Eduardo Matarazzo Suplicy (PT-SP) (O ESP).