Um mês após o assassinato do líder indígena Marçal, mais três índios foram assassinados na Reserva de Dourados (MS) e a mãe de um deles se suicidou, por desespero. A causa dos crimes: terra insuficiente (3600 hectares) para 4400 índios Terena e Guarani (dos sub-grupos Kayová e Nhandeva), e omissão da FUNAI. A tensão é grande e várias famílias abandonaram a Reserva (O Porantim).