O presidente da ELETROBRÁS, Mário Bhering, disse que se até fevereiro a empresa não receber os US$250 milhões da segunda parcela do empréstimo do Banco Mundial (BIRD) para capitalização e US$700 milhões da operação de co-financiamento (BIRD/bancos privados), as obras prioritárias para o abastecimento elétrico atual e futuro serão atrasadas, "com riscos de piorar a situação nos próximos três anos". Bhering acrescentou que na situação atual financeira, de uma dívida externa de US$18 bilhões e com o nível de tarifas existente, o setor elétrico não poderá acompanhar o crescimento da economia aos níveis anunciados de 7% ao ano (JC).