O PRINCIPAL ACIONISTA DO GRUPO COROA/BRASTEL, ASSIS PAIM CUNHA, D

O principal acionista do Grupo Coroa/Brastel, Assis Paim Cunha, disse que foi aplicado, pelas autoridades da área econômica, "um conto do vigário contra o Tribunal de Contas da União e Conselho de Desenvolvimento Econômico, quando montaram a farsa de um projeto de expansão da Brastel no nordeste para justificar a concessão de um empréstimo, em agosto de 1981, pela Caixa Econômica Federal, no valor de Cr$2,5 bilhões, que na verdade cobriria parte do furo deixado pela falida corretora Laureano (JB).