De acordo com o novo orçamento monetario para 1984, no primeiro trimestre está prevista emissão de moeda que ampliará em apenas 2% o volume de dinheiro existente no pais em 31 de dezembro. Os meios de pagamento (moeda em poder do publico mais depositos à vista) serão reduzidos em 3,8%. O governo espera, com o novo orçamento, chegar ao final do ano com uma expansão de apenas 50% da moeda. Os emprestimos globais de todo o sistema financeiro crescerão 83,3% (contra uma inflação estimada de 150%), em comparação aos 155,6% de 1983. De acordo com este orçamento, a taxa de crescimento dos emprestimos do Banco do Brasil ao final do primeiro trimestre cairá de 95% (dezembro de 83) para 80% em doze meses e se reduzirá a 57% até dezembro. Os creditos para investimentos concedidos pelo Banco Central crescerão somente 66,5%. Todos os emprestimos das autoridades monetarias por setores (rural, exportador, Proalcool, industria, comercio e publico) serão reduzidos (JB).