O ministro do planejamento, Delfim Neto, acha absurdo o PDS aceitar eleições diretas para a sucessão presidencial, "e abdicar de seu direito de eleger o sucessor do presidente Figueiredo". Ele diz que "o governo fez um grande esforco em 82, ganhou as eleições e, disso não há menor duvida, fizemos a maioria no Colegio Eleitoral com o pleno conhecimento dos eleitores" (JB).