COOPERATIVA TENTA JUSTIFICAR IRREGULARIDADES

A Cooperativa dos Produtores de Grãos Gerais Ltda, constituida pelos membros do Condominio Barro Preto, está tentando justificar as irregularidades e desvio de dinheiro liberado para a implantação de um projeto de plantio de grãos em varzeas e espera obter a reclassificação do Banco Central, a fim de continuar recebendo os financiamentos oficiais do Provarzea. Depois de apurar diversas irregularidades no Condominio Barro Preto, situado no norõeste da Bahia, entre elas, a utilização de Cr$178,4 milhões para pagamentos indevidos, O Banco Central desclassificou o projeto e exigiu do Banco Nacional de Credito Cooperativo, o agente financeiro, a devolução dos Cr$567,8 milhões liberados que, acrescidos de juros e correção monetaria, passaram para Cr$963,4 milhões. Segundo informações do Banco Central, o BNCC tem até o proximo dia 20 para encaminhar as justificativas dos membros das cooperativa e do condominio sobre as irregularidades apontadas nas sumulas do BC. Com base nas justificativas, o banco irá decidir se os 26 membros do condominio ficarão impedidos de ter acesso ao credito oficial de qualquer modalidade. Só depois de decidir pelo impedimento ou não dos condominos, o Banco Central poderá vir a apreciar um pedido de reclassificação do Projeto Barro Preto. Fontes do banco informam que, mesmo que não haja o impedimento, dificilmente o projeto será reclassificado para continuar recebendo os financiamentos (O ESP).