O ex-adido militar da embaixada brasileira em Paris, coronel Raimundo Saraiva, disse, ontem, em Brasilia, que se o governo tiver interesse poderá investigar em diferentes fontes suas informações sobre corrupção naquela representação diplomatica, no tempo em que era chefiada pelo hoje ministro do planejamento, Delfim Neto. O coronel tambem reagiu às criticas a ele dirigidas pelo diplomata Vilar de Queiroz-- um dos envolvidos no chamado "Relatorio Saraiva"-- em depoimento na CPI da divida externa (FSP).