Ao depor ontem na comissão que investiga o escandalo das "polonetas", o secretario-geral do Ministerio do Planejamento, Flavio Pecora, admitiu ter sido procurado por seu ex-socio, Alvaro Leal, para que conseguisse um encontro com as autoridades monetarias, no qual ficou acertada a liberação de Cr$30 bilhões para o Grupo Coroa/Brastel. O presidente do Banco Central, Afonso Celso Pastore, preferiu manter silencio sobre as acusações entre os diretores Hermann Wey e Deli Borges (O ESP).