Os empresarios estão extremamente apreensivos com o aumento de 16 para 18% da aliquota de ICM. A medida está incluida no Decreto-Lei 2065, aprovado ontem pelo Congresso Nacional, e entra em vigor a partir de 1o. de janeiro de 1984. "É um aumento brutal, que vai gerar sonegação e uma economia clandestina", disse ontem o presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Renato Ticoulat Filho. Por isso ele coordenará, hoje, um protesto conjunto das entidades representativas dos segmentos empresariais mais importantes do pais. Comparecerão ao encontro, na sede da SRB, os presidentes da Federação das Industrias do Estado de São Paulo (FIESP), Luiz Eulalio Bueno de Vidigal Filho; da Federação do Comercio do Estado de São Paulo, Abram Szajman; da Federação da Agricultura do Estado de São Paulo (FAESP), Fabio Meirelles e da Associação Comercial de São Paulo, Guilherme Afif Domingos. Será assinado um manifesto contra o aumento (GM).