O Serviço Nacional de Informações (SNI) é contra o acesso ilimitado dos cidadãos ao seu fichário, conforme propõe o anteprojeto da Comissão de Estudos Constitucionais, que foi presidida pelo jurista Afonso Arinos de Melo Franco. Segundo as informações, o SNI concorda em dar informações sobre fichas individuais de pessoas que procuram o Serviço com esse objetivo. Em casos de espionagem interna, por exemplo, o SNI não concorda em transmitir informações para nenhum cidadão, argumentando que as fichas são segredo de Estado e, se liberadas, poderiam pôr em risco a segurança nacional (O Globo).